A primeira prévia da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal, calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e apurado até ontem, subiu 0,20%, ante alta de 0,14% no indicador anterior, referente ao mês fechado de agosto. Segundo a FGV, a principal contribuição para a aceleração da taxa do indicador partiu de elevações de preços mais intensas e deflações mais fracas, em quatro das sete classes de despesa usadas para cálculo do índice, na passagem do IPC-S de até 31 de agosto para o indicador de até 7 de setembro.

É o caso de Alimentação (de -0,71% para -0,38%); Despesas Diversas (de 1,04% para 1,22%); Educação, Leitura e Recreação (de 0,26% para 0,40%) e Transportes (de 0,21% para 0,25%).

Ainda de acordo com a entidade, para cada uma dessas classes de despesa, os principais destaques foram: hortaliças e legumes (-8,54% para -6,42%), cigarros (1,06% para 1,59%), salas de espetáculo (1,89% para 3,49%) e seguro facultativo para veículo (0,51% para 1,97%), nessa ordem.

Os outros grupos apresentaram desaceleração ou queda mais intensa de preços. É o caso de Habitação (de 0,72% para 0,56%); Vestuário (de -0,23% para -0,49%) e Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,43% para 0,38%).

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.